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BIBLIOTECA VIRTUAL:
O perfil dos pesquisadores pela análise do Currículo Lattes

Allbert Velleniche de Aquino Almeida1, Bruno Donizeti da Silva2, Camila Martinelli Rocha3
1,2,3 FATEC Guaratinguetá
professor@allbert.com.br

Resumo

A biblioteca virtual é utilizada atualmente como um meio de armazenar e disseminar a informação pela sociedade. O uso da tecnologia para a disseminação da informação é um fator de extrema importância nos dias de hoje. O objetivo deste trabalho é realizar um estudo teórico sobre a biblioteca virtual e traçar um perfil dos pesquisadores interessados nessa área. Para a realização desta pesquisa foram utilizadas a pesquisa bibliográfica e uma pesquisa documental para levantamento do perfil. A análise dos dados foi tratada quantitativamente e verificou-se que a maioria dos pesquisadores é do sexo feminino, estão localizados em uma determinada região do país e atuam em universidades públicas, o que sugere que a informação, em nosso país, ainda está concentrada em ambientes acadêmicos.

Palavras-chave: Biblioteca. Virtual. Perfil.

Abstract

The virtual library is currently used as a means of storing and disseminating information society. The use of technology for the dissemination of information is an extremely important factor these days. The aim of this work is a theoretical study on the virtual library and draw a profile of researchers interested in this area. For this research we used bibliographic and documentary research for raising the profile. Data analysis was treated quantitatively and found that most researchers are female, are located in a particular region of the country and work in public universities, which suggests that the information in our country is still concentrated in academic environments.

Keywords: Library. Virtual. Profile.

 

Introdução

Ao registrar uma informação o ser humano assegura que outras pessoas terão acesso a ela. Para isso o cuidado na maneira de arquivar e armazenar essas informações são preocupações existentes desde o surgimento das primeiras bibliotecas. Foi através delas que as informações puderam ser ordenadas de forma codificada para que pudessem ser difundidas com o passar do tempo.

A circulação dessas informações pôde ser mais eficaz com o surgimento das tecnologias, como o trem, que possibilitou que as informações chegassem mais rapidamente ao resto do mundo. Daí em diante todo o processo de armazenar e difundir a informação foi se aperfeiçoando, possibilitando assim um maior e mais rápido desenvolvimento do mundo. Principalmente depois da internet que se difundiu amplamente interligando mundos anteriormente afastados geograficamente.

O que ainda não mudou foi a preocupação em cuidar e zelar da informação que percorre o mundo. Desde a biblioteca tradicional, que hoje conhecemos como aquele lugar físico onde estão concentrados acervos gigantescos, muito já se evoluiu quando se trata de armazenamento e difusão da informação. Atualmente se fala em biblioteca virtual, um lugar que extrapola o lugar físico e limitado para um muito mais complexo e infinito. Sabe-se que atualmente as informações têm um poder excepcional, e cuidar para que ela possa ser consultada por outra pessoa ainda é um fator de preocupação dos dias de hoje. Dever ser por isso que muitos pesquisadores ainda estudam sobre esse tema tão complexo e grandioso.

Neste trabalho é apresentada uma parte teórica sobre a história da informação e a maneira com que tem sido armazenada até o que hoje chamamos de biblioteca virtual, além de ter sido levantado também o perfil dos profissionais que ainda estão preocupados em garantir um bom armazenamento e difusão da informação. De acordo com os dados coletados, pôde-se perceber que a maioria dos profissionais está na região mais desenvolvida do país e em instituições de ensino. Evidencia-se também a preocupação em garantir a continuidade da transmissão do conhecimento e da informação adquirida aos descendentes.

 

1 Origem da biblioteca

Não é de hoje que o homem necessita de registros. Há tempos ele vem registrando os acontecimentos e os guarda para assim passar para as gerações seguintes o que foi vivido. Na medida em que esses registros foram aumentando, viu-se a necessidade de armazená-los de forma ordenada para facilitar que fosse encontrado posteriormente.

Segundo Milanesi (2002), a iniciativa de organizar elementos diferentes para depois conseguir encontrar cada um deles, deu início a uma tarefa obsessiva: estabelecer uma ordem codificada, para que ele e seus pares não se perdessem no caos da própria produção. Afinal, a informação só será útil quando compartilhada.

Antigamente a circulação da informação era muito lenta devido à precariedade dos transportes, geralmente realizados por tração animal. Os rios, como transporte fluvial, também eram lentos e havia muita dificuldade de navegabilidade.


Uma simples carta nesta situação demorava meses para chegar ao destinatário. Isso se o transporte não fosse bloqueado por imprevistos como doenças ou acidentes. Nesse período, os livros que formariam as primeiras bibliotecas percorriam longos trajetos: saíam dos centros europeus que dominavam as técnicas da impressão, atravessavam as vezes o oceano para, vencendo as distâncias e a perseguição da censura, chegar a um colégio religioso ou a uma instituição de ensino. (MILANESI, 2002, p. 36)


Após a Revolução Industrial, a criação de trens que utilizavam do vapor como fonte propulsora favoreceu o deslocamento tanto de pessoas, insumos e produtos agrícolas como de jornais e informações. Ainda segundo Milanesi (2002), a malha ferroviária não apenas acelerou a velocidade das relações econômicas, mas impôs uma nova dinâmica na circulação de bens culturais e na disseminação do conhecimento.

De fato, até agora se pôde perceber que a tecnologia já começava a facilitar o deslocamento de informações. Desde aquele período, muito se avançou em tecnologia. Atualmente, utiliza-se muito da internet, que depois de ter seu começo com origens militares, popularizou-se concentrando hoje muitas das informações disponíveis no mundo.


A internet teve origem no trabalho de uma das inovadoras instituições de pesquisa do mundo: a Agência de Projetos de Pesquisa Avançada (ARPA) do Departamento de Defesa dos EUA. [...] a ARPA empreendeu inúmera iniciativas ousadas, algumas das quais mudaram a história da tecnologia e anunciaram a chegada da Era da Informação em grande escala. (CASTELLS, 2006, p. 82)


Num mundo globalizado como o nosso, a informação é primordial para as relações da sociedade. Muitas das informações estão presentes em livros que ficam em acervos nas bibliotecas tradicionais. Essas bibliotecas se constituem em ambientes físicos localizados em determinados locais.

Devido às constantes mudanças, o acesso às informações precisa ser rápido e esse ambiente físico nem sempre favorece o rápido acesso ao acervo, sem levar em conta o processo burocrático para a realização das consultas como também o limite de exemplares disponíveis.

De acordo com Marchiori (1997), o acesso ao acervo fora do local físico da biblioteca era realizado através de catálogos coletivos manuais, nem sempre atualizados e exaustivos. Para a autora, a internet é a rede de maior importância para as bibliotecas, funcionando como um canal de localização e recuperação da informação. Atualmente uma série de catálogos de bibliotecas está disponível na rede para que qualquer pessoa, de qualquer lugar do mundo, possa pesquisar em recursos bibliográficos os mais variados.

 

2 A Biblioteca Virtual

A biblioteca virtual vem com o intuito de facilitar e disseminar o acesso a informação. Já que ela pode ser acessada de qualquer lugar, a qualquer hora, sem a burocracia e por inúmeras consultas simultâneas.

Landoni et al. (1993) após estudo sobre a história da biblioteca, afirmam que a biblioteca virtual, chamada por ele de eletrônica, á a biblioteca do futuro onde textos completos de documentos estão disponíveis on-line.

Marchiori (1997) acrescenta que essa biblioteca pode ser acessada de longe através de uma rede de computadores que estão interligados, favorecendo a acessibilidade universal. Salienta a autora que dessa forma os “livros virtuais” não sofrerão os problemas de suas contrapartidas físicas, podendo ser duplicados quantas vezes desejar. E ainda afirma que “a biblioteca será infinita, pois não haverá limites para o número de livros que possam conter”. (MARCHIORI, 1997, p.2)

Ainda segundo Marchiori (1997) para existir a biblioteca virtual, esta depende da tecnologia da realidade virtual. Ou seja, um software que permite a quem acessa circular entre as salas, selecionar um livro na estante. Esse conceito extrapola o conceito de acesso e passa a ser um conceito de realidade virtual, que neste trabalho não se aplica.

Lemos (2008) divide a biblioteca eletrônica em digital e virtual. Para ele uma biblioteca virtual seria aquela que proporciona serviços de uma biblioteca tradicional, incluindo o acesso aos textos dos documentos, mas que só existe de uma maneira latente, sendo que ao final de uma sessão o usuário construiria uma biblioteca única, pois dificilmente os acessos seriam iguais a outro usuário. Já a biblioteca digital seria aquela em que, além de seu catálogo, também o seu acervo seria disponibilizado, este estaria armazenado de forma digital, permitindo a leitura e a realização de download do documento acessado através da internet.

Sabendo que não há consenso dos autores a respeito dessa conceituação, Machado et al. (1999) destacam que para alguns autores biblioteca eletrônica, digital e virtual, são termos que podem ser considerados sinônimos. O conceito adotado neste trabalho reconhece ser possível acessar o acervo, visualizar e realizar o download do documento interessado, o que denomina-se como biblioteca virtual.

Segundo Levy (1999), o uso da tecnologia possibilitou o acesso à informação de forma mais rápida, sem depender das grandes viagens realizadas através de caminhões baú, nos porões dos navios ou no bagageiro de um avião. Agora as informações viajam diretamente de forma digital através de cabos.

Pereira e Rutina (1999) apontam como benefícios da biblioteca virtual a atualização e distribuição mais rápidas do que os documentos em papel. E salientam ainda que, além dos textos, esses documentos podem ser acrescidos de som e imagem o que torna a aprendizagem muito mais interessante.

De acordo com Aquino (2004), a proposta da criação de uma biblioteca virtual visa fortalecer a ampliação dos espaços de difusão de informações e atender a expansão da qualidade das pesquisas. Para exemplificar, cita a Biblioteca Digital Paulo Freire:


A Biblioteca Digital Paulo Freire se constitui um referencial de pesquisa que permite ser acessado a qualquer hora e em qualquer lugar, tornando-se um espaço democrático que propicia o acesso, sem restrições, de todo material informativo necessário à educação e à aprendizagem, em todos os níveis de ensino. (AQUINO, 2004, p. 12)


Morigi e Pavan (2004) acrescentam que a utilização de novas tecnologias cria e recria novas formas de interação, de identidade, novos hábitos sociais e, também, novas formas de sociedade.

Já se sabe que o uso da tecnologia para a disseminação da informação é um fator de extrema importância nos dias de hoje. E, de acordo com Suaiden (2006), para que ocorra de forma efetiva a concretização desse propósito, governos e instituições nacionais e internacionais devem não somente propiciar a infraestrutura tecnológica, de comunicação e de informação, mas também formular e concretizar políticas com essa finalidade, abarcando, ao mesmo tempo, coleções e acervos manuscritos, impressos e eletrônicos formando assim um patrimônio documental e patrimônio digital, memória do mundo.

Dessa forma, através da biblioteca virtual as pessoas passam a se comunicar cada vez mais rápido com informações que antes demorariam dias ou até mesmo anos para circular de forma diversificada, e acessadas em tempo mínimo favorecem assim a construção e produção de novos conhecimentos. É através da construção de conhecimentos que uma sociedade se desenvolve; portanto é com a biblioteca virtual que uma sociedade poderá desenvolver-se melhor e mais rapidamente, gerando também uma maior qualidade de vida a sua população que estará agora munida de informações primordiais e essenciais a vida.

 

3 Método, discussão e resultados

 

3.1 Método

Realizou-se uma pesquisa documental com dados do currículo Lattes dos doutores disponível na plataforma do CNPq http://lattes.cnpq.br/. Foi utilizado o método quantitativo para análise dos dados, com intuito de conhecer o perfil e a região onde estão os pesquisadores de Biblioteca Virtual.

A pesquisa foi realizada no período de março de 2012, quanto ao procedimento de coleta de dados, utilizou-se a ferramenta de busca disponível no sítio com os termos “Biblioteca Virtual” no campo assunto conjugado com a opção doutores. Inicialmente a população foi de 322 doutores, porém analisando os dados percebeu-se que estavam contidos doutores que somente participaram de um evento, orientadores de trabalho no tema, ou termos biblioteca e virtual, o que não correspondia a “Biblioteca Virtual”. Estes doutores foram retirados da pesquisa resultando em uma amostra 39 doutores pesquisadores do tema.

Foram coletados dados como sexo, formação (doutorado), área de atuação, tipo de empresa, enquadramento, estado e se possuíam publicações em eventos, artigos e livros.

 

3.2 Apresentação e discussão dos resultados

A apresentação dos resultados segue a seguinte ordem: por região, sexo, local de atuação, formação e produção acadêmica. Quanto à distribuição dos doutores por região, pode-se notar uma concentração desses pesquisadores na região sudeste, como apresentado na figura a seguir (figura 1). Dado este que não é surpresa visto que a região sudeste é considerada como a mais desenvolvida do país. Outro dado também com grande concentração foi o número de pesquisadores do sexo feminino (72%).

figura1

O local de atuação onde esses doutores estão inseridos pode ser visualizado na figura 2. A maioria dos pesquisadores está atuando em universidades, pois se acredita que o tema biblioteca virtual esteja diretamente relacionado com a área acadêmica. Dos doutores que estão em universidades e institutos de pesquisa 83,33% estão em instituições públicas, e 16,67% em instituições privadas. Visto que os programas de doutoramento são muito onerosos para as instituições privadas, sendo, portanto, mais desenvolvidas em instituições públicas:

figura2

Como a maior parte desses doutores estão em universidade, os dados referentes ao enquadramento apontam que 69,70% estão como professores, 15,15% estão como pesquisadores ou bolsistas, 6,06% como bibliotecários e o restante em áreas diversas da universidade.

Foram levantados dados em relação à formação, ou seja, em que área foi realizado o doutorado, como se pode observar a seguir na figura 3.

Quando se trata de biblioteca virtual, percebe-se que há uma grande interdisciplinaridade sobre o tema, porém, a formação em tecnologia é a que mais realiza pesquisas. A área de educação também apresenta uma posição significativa entre os pesquisadores, vendo-se pela análise desses currículos a pesquisa também em ensino a distância. Outro dado de destaque na formação se refere à área de saúde pública, que pela quantidade de pesquisa realizada nesta área faz-se necessário criar um repositório de conteúdo classificado por alguns doutores como biblioteca virtual.

figura3

Quanto à produção desses doutores pesquisados, foi analisado se estes possuíam artigos, livros ou publicações em eventos com o tema biblioteca virtual. Observando a figura 4, pode-se perceber uma grande quantidade de produção acadêmica, principalmente em eventos, o que vem a reforçar os dados anteriormente tratados. Profissionais que atuam em universidades, principalmente públicas, participam ativamente desses eventos científicos.

figura4

 

Considerações Finais

A Biblioteca Virtual é utilizada hoje como um meio de armazenar e difundir a informação adquirida em todos os tempos. Ela permite realizar consultas de forma concorrente, ou seja, simultaneamente entre duas ou mais pessoas. É possível a realização de downloads dos documentos interessados quantas vezes forem solicitadas, sem ter a limitação dos exemplares físicos existentes nas bibliotecas tradicionais. Permite a divulgação de forma global das pesquisas recém-publicadas, favorecendo um melhor desenvolvimento da pesquisa. Pode ser acessada por qualquer pessoa de qualquer lugar do mundo quebrando as barreiras dos ambientes físicos e espaços geográficos.

Para uma sociedade se desenvolver ela precisa saber utilizar corretamente as informações. Por isso a preocupação que esta seja armazenada de forma a possibilitar e favorecer seu uso a favor do desenvolvimento da sociedade.

Neste trabalho foi apresentado o perfil de pesquisadores que realizam pesquisas sobre esse tema e verificou-se que são em maioria do sexo feminino, concentram-se uma maior parte na região sudeste, atuam em universidades públicas como professoras, são de áreas interdisciplinares com destaque na área de tecnologia e com produção em eventos científicos. Esse perfil mostra que a informação ainda está concentrada nos centros acadêmicos e, mesmo com toda a facilidade em seu acesso e disseminação, ela ainda se encontra em uma determinada região, deve ser por isso a preocupação de alguns pesquisadores em manter a informação circulando para favorecer uma maior construção de ideias, informações e conhecimentos científicos.

A própria cultura brasileira nos mostra que as empresas privadas não estão acostumadas a ter desenvolvimento e produção de conhecimento científico. No Brasil, esse tipo de conhecimento fica relacionado apenas a ambientes acadêmicos, uma das razões disso pode ser os custos dessas pesquisas, que são muito caras, e o tempo de retorno do investimento, que é em longo prazo.

Neste trabalho a preocupação central foi em como as informações estão sendo armazenadas de forma a favorecer seu uso para contribuir com o desenvolvimento da sociedade. Para isso um estudo sobre os profissionais doutores que pesquisam sobre o tema foi levantado no intuito de saber um pouco mais sobre quem são e onde estão as pessoas preocupadas com a disseminação da informação. Esse levantamento mostra uma perspectiva de quem são esses profissionais, porém com uma fatia muito pequena da população. Portanto, para que esses dados sejam melhores analisados, sugere-se que também se realize um estudo com os mestres da área para dados comparativos e para a construção de um perfil mais completo.

 

REFERÊNCIAS

AQUINO, M.. Metamorfoses da cultura: do impresso ao digital, criando novos formatos e papéis em ambiente de informação. Ciência da Informação, Brasília, DF, Brasil, 33, dez. 2004. Disponível em: http://revista.ibict.br/ciinf/index.php/ciinf/article/view/504/457. Acesso em: 07 Mar. 2011.

CASTELLS, M. A sociedade em rede: economia, sociedade e cultura. 9.ed.,v.1, São Paulo: Paz e Terra, 2006.

LANDONI, M. et al. Hyper-books and visual-books in an electronic library. The Electronic Library, v. 11, n. 3, p. 175-176, June, 1993.

LEMOS, Antônio Agenor Briquet de. Bibliotecas. In: CAMPELLO, Bernadete Santos; CALDEIRA, Paulo da Terra; Introdução às fontes de informação. 2.ed., v.1, Belo Horizonte: Autêntica Editora, 2008.

LÈVY, Pierre. Cibercultura. São Paulo: Editora 34, 1999.

MACHADO, R. N. et al. Biblioteca do futuro na percepção de profissionais da informação. Transinformação, Campinas, SP, Brasil, v. 11, n. 3, p. 215-222, set./dez. 1999.

MARCHIORI, P.. "Ciberteca" ou biblioteca virtual: uma perspectiva de gerenciamento de recursos de informação. Ciência da Informação, Brasília, DF, Brasil, 26, ago. 1997. Disponível em: http://revista.ibict.br/ciinf/index.php/ciinf/article/view/389. Acesso em: 05 Mar. 2011.

MILANESI, L. Biblioteca. Cotia: Ateliê Editorial, 2002.

MORIGI, V., PAVAN, C.. Tecnologias de informação e comunicação: novas sociabilidades nas bibliotecas universitárias. Ciência da Informação, Brasília, DF, Brasil, 33, jun. 2004. Disponível em: http://revista.ibict.br/ciinf/index.php/ciinf/article/view/72/68. Acesso em: 05 Mar. 2011.

PEREIRA, Edmeire Cristina; RUTINA, Raquel. O século XXI e o sonho da biblioteca universal: quase seis mil anos de evolução na produção, registro e socialização do conhecimento. Perspectivas em Ciência da Informação, Belo Horizonte, v. 4, n. 1, p. 5-19, jan./jun. 1999.

SUAIDEN, E. Dimensão e perspectivas sociais do acesso livre à informação. Ciência da Informação, Brasília, DF, Brasil, 35, ago. 2006. Disponível em: http://revista.ibict.br/ciinf/index.php/ciinf/article/view/835/683. Acesso em: 11 Mar. 2011.

 


Revista Científica On-line Tecnologia – Gestão – Humanismo - ISSN: 2238-5819
Faculdade de Tecnologia de Guaratinguetá
Revista v.2, n.1 – novembro, 2013

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